AVON; PORQUE ESCOLHER ESSES NOMES?

Somos a companhia que empodera mulheres com inspiração e independência financeira. Que combate o envelhecimento da pele e luta contra o câncer de mama. Que sabe o valor de lábios perfeitos, e apoia que abram a boca para dizer não à violência doméstica. Que leva a beleza à sua porta, e que te abre tantas outras. A Avon apoia 6 milhões de Representantes da Beleza Avon, em mais de 100 países, e que há mais de 130 anos trabalha pela elevação da auto estima e preservação da vida de um número cada vez maior de pessoas.
Com esse texto acima começa o site da AVON, onde está postado para todos lerem; é muito belo e gratificante olhar as ações da empresa, combate o envelhecimento, luta contra o câncer, preserva a vida.
Mas o que não entendo é porque fundar-se em cima desse nome AVON, tenho certeza que foi pesquisado ao momento de ser fundada e não foi por “acidente” que esse nome apareceu. AVON tem sua raiz no hebraico oriunda do verbo “avah” que significa: torcer, perverter ou desviar-se do caminho correto; não entendo o porque trazer uma palavra com uma conotação para o erro, para a maldade, para o desvio. AVON significa “culpa, perversidade”, e isso está na boca das pessoas no dia a dia, e somos levados a dizer: “AVON é bom!“.
Já que vai se fundar uma empresa, algo para o bem, produtos que venham trazer um pequeno conforto momentâneo, embelezar o externo das pessoas pois o interno pode estar borrado, porque usar um nome decadente e profano? Acredito que a maioria dos brasileiros nem sabem que esse nome tem esse significado e passando despercebido usamos cosméticos com o nome da marca AVON e se gabando por dizer: “Eu uso AVON”; se você acha “feio” usar palavras de baixo escalão em conversas com amigos, sinto em dizer que isso é uma palavra de baixo escalão em sua raiz!


Ezequiel 18:30
“Portanto, eu vos julgarei, a cada um conforme os seus caminhos, ó casa de Israel, diz o Senhor JEOVÁ; vinde e convertei-vos de todas as vossas transgressões, e a iniquidade (עָוֹן, avon) não vos será para tropeço.”

Daniel Colloca

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